31 de março de 2015
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eu sugiro que essa menina do correio cabroboense ande de segurança, colete de bala, e que tenha amizade íntima com o promotor! por que ela tá causando!

Matheus Carvalho

Prezado “Cabos eleitorais ANALFABETOS FUNCIONAIS” Você mostra que não tem educação e nem respeita a opinião dos outros, não precisa atacar ninguém com palavras chulas e chamando os outros de Analfabeto Funcional, se Eudes Caldas será ou não candidato não é você e nem eu que vai provar isso, deixa o tempo passar meu querido e vamos ver o entendimento do TRE sobre o caso dele, agora faça um análise por que talvez o sabe nada aqui pode ser você. Agora não tenha medo pois o POVO de Cabrobó é que vai eleger em 2016 o novo prefeito e vereadores este não vai ser Burguês e nem quem tem nojo de pobre e vive no meio dos ricos, portanto tenha cuidado no que você fala e aprenda a viver sem a prefeitura.

Resposta para: Cabos eleitorais ANALFABETOS FUNCIONAIS

Medo de “confronto de Auricélio com Eudes Caldas em 2016″?
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
O analfabeto funcional “cabo eleitoral” precisa estudar mais.
Ficha suja é ficha suja.
Quem diz isto é o Tribunal Regional Eleitoral-TRE, que por sinal,
disse isto em 2010 para Eudes afirmando que elle não poderia ser
candidato a deputado estadual, ou seja, elle já foi barrado no baile
uma vez.
E se teimar, será de novo.
Não percam tempo! procurem candidato!
Quem decide eleição é o POVO e não cabos eleitorais analfabetos funcionais.

Cabos eleitorais ANALFABETOS FUNCIONAIS.

“- O país quebrou.
Eles (o PT) quebraram o país.
É preciso que o governo apresente um plano econômico
com começo, meio e fim.
Um plano que faça cortes na máquina do governo
e não um que aumente impostos. ”

A presidenta Dilma em vez de começar cortando
na própria carne, como por exemplo, diminuindo o
número de Ministérios e demitindo a “companheirada”
empregada nos cargos comissionados, aumenta os
impostos para eu, você e nós pagarmos a conta.

Nunca pensei que diria isto: valeu, Renan!Pode pra torar.

De RENAN, presidente do senado e apoiado pelo PT:

A revista britânica The Economist publica um novo editorial sobre o Brasil na edição que chega às bancas neste fim de semana.
Com o título “Lidando com Dilma”, a publicação diz reconhecer os motivos que deixam brasileiros “fartos” da presidente Dilma Rousseff.
Para a Economist, Dilma mentiu na campanha e os eleitores estão percebendo que foram vítimas de um “estelionato eleitoral”.a revista alega que Dilma venceu as eleições presidenciais de outubro “vendendo uma mentira”.
“De fato, como muitos eleitores estão percebendo agora, Dilma vendeu uma mentira”, diz o texto.
A The Economist argumenta que erros cometidos no primeiro mandato de Dilma é que teriam levado o Brasil à situação atual que exige corte de gastos públicos e aumento de impostos e juros.

“Some-se a isso o fato de que a campanha de reeleição pode ter sido parcialmente financiada pelo dinheiro roubado da Petrobras.
Os brasileiros têm todos os motivos para sentirem que eles foram vítimas de um equivalente político do estelionato”, diz o texto.

Estelionato eleitoral:muitos dos 53 milhões de eleitores estão acordando

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O autor do polêmico projeto que pretende extinguir as festas no modelo open bar no estado (quando o consumidor paga o ingresso e tem direito a bebida livre), pastor Cleiton Collins (PP), apresentou um substitutivo para modificar o texto original da proposta, após escutar representantes do segmento do entretenimento. A mudança sugerida é que, a partir de agora, o consumidor possa escolher entre reverter o valor da entrada em consumação, ou pagar um ingresso mais barato, sem direito a bebida. Apesar da alteração, o modelo open bar continuaria banido definitivamente como já propunha o religioso.

A alteração foi publicada nesta quinta-feira (26) no Diário Oficial do Estado. Na justificativa do substitutivo, o parlamentar argumenta que há uma importância de se regulamentar esse tipo de festa, onde uma população muito jovem bebe em demasia e sem limite. Mas, para atender a todas as demandas, as alterações propostas contemplariam todos os setores da sociedade. O texto original falava apenas na proibição desse tipo de evento, excetuando-se as festas realizadas em hotéis, clubes e afins, que visem a comemoração de datas festivas e dos eventos oficiais do calendário de Pernambuco, tais como réveillon.

Segundo o pastor Cleiton Collins, a mudança não significa um recuo. “A ideia original permanece que é extinguir a bebida livre nas festas. Ouvimos várias pessoas e chegamos a este formato. Agora o consumidor poderá escolher entre pagar um ingresso mais caro e ter a consumação revertida para um número limitado de bebida, que pode ser refrigerante também, ou pagar um ingresso mais em conta, apenas para ter direito a entrar no evento”, explicou o deputado.

O projeto encontra-se na Comissão de Constituição, Legislação e Justiça sob relatoria do deputado Antônio Moraes (PSDB) e isso poderá atrapalhar os intentos do religioso de levar a proposta do fim do open bar adiante. O tucano é autor do projeto de lei, que propõe o retorno da comercialização e consumo de bebida nos estádios. A nova bancada evangélica da Casa de Joaquim Nabuco, da qual é líder o pastor Cleiton Collins, já elegeu a proposta como um dos alvos. Como aconteceu com a votação da Frente Parlamentar em defesa da cidadania LGBT, os religiosos prometem não deixar o projeto passar quando for ao plenário.

O empresário e produtor Victor Carvalheira, que lidera o movimento de criação de uma associação de produtores no estado, afirmou que tomou conhecimento das mudanças, mas que o grupo deverá discutir posteriormente a proposta. “A associação está sendo sendo fundada. Nós já consultamos 71 empresas e 57 demonstraram interesse em participar. Então, assim que tivermos essas questões mais definidas, deveremos participar do debate que nos interessa bastante”, assegurou.