22 de outubro de 2014
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O ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, delator de um esquema de corrupção na empresa, é tema central de uma reportagem de página inteira na edição de hoje, do principal jornal dos Estados Unidos, o The New York Times. As denúncias do esquema de proporções “épicas” de Costa estão contribuindo para aumentar a incerteza na reta final da corrida presidencial, destaca o texto.

A reportagem, assinada pelo correspondente do jornal no Brasil, Simon Romero, começa contando a história de Costa, que vivia o sonho que todo homem de petróleo tem. Era dono de um iate, um carro blindado e tinha mais de US$ 25 milhões em bancos no exterior. Mas com ele envolvido no esquema de corrupção da Petrobras, o sonho acabou recentemente e o engenheiro e ex-diretor da empresa pode perder tudo isso, destaca o Times.

O texto cita as denúncias de Costa envolvendo o pagamento de até 3% do valor de contratos da Petrobras para o Partido dos Trabalhadores (PT)

Escândalo na Petrobras tumultua eleições, diz NY Times

Lula, segundo as pesquisas, sempre apareceu como um dos políticos mais influentes em Pernambuco, mas nas últimas eleições não houve transferência de votos capaz de modificar cenários e ajudar seus candidatos. Em 2012, o ex-presidente não conseguiu eleger Humberto Costa prefeito do Recife.

E não foi por falta de publicidade. Ele esteve presente na propaganda eleitoral de Humberto na televisão e em todo o material de rua. Mesmo assim, Humberto acabou em terceiro lugar. Nas eleições deste ano, o envolvimento de Lula foi muito maior em favor do candidato da coligação que apoiou para governador.

O ex-presidente esteve em Pernambuco em duas oportunidades ao longo da campanha, gravou vários depoimentos para a televisão e o rádio, mas seu peso e sua influência não foram capazes de eleger Armando Monteiro governador nem tampouco o deputado João Paulo, candidato com o carimbo do PT, senador.

Em Pernambuco, Lula pediu ainda, na televisão, voto para os principais candidatos do PT a deputado federal, mas o eleitor varreu nas urnas as vagas de todos os petistas. Pela primeira vez, o Estado não terá um só representante do Partido dos Trabalhadores na Câmara dos Deputados.

Lula deixou de ser assombração!

Pernambucanos, na sua maioria, não baixa cabeça pra Lula

Em um comício realizado em Belo Horizonte neste sábado – sem a presença de Dilma Rousseff -, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ultrapassou os limites da inconsequência e comandou um show de baixarias e ofensas desmedidas contra Aécio Neves. Foi o ponto mais baixo da campanha até aqui. E não apenas desta campanha: desde 1989 o Brasil não assistia a um festival de ataques como os que o PT hoje protagoniza em uma campanha.

Lula não apenas se utiliza das mesmas armas de que foi alvo na campanha contra Collor, como vai ainda mais longe. No comício, o ex-presidente citou o nome de Aécio muito mais que o de Dilma, que se tornou personagem secundário dos discursos. A ordem era atacar, sem tréguas.

Lula usa arma que Collor usou contra ele: a baixaria

Ao afirmar que houve desvio de recursos públicos na Petrobras, Dilma Rousseff do PT muda de tom para a última semana de campanha.
Até então, o comando petista resistia que Dilma fizesse um discurso em que reconhecia a existência de erros na estatal.
O temor do PT era ficar preso na agenda negativa dos escândalos de corrupção na Petrobras.
Finalmente o PT reconheceu o rombo da PETROBRAS.

PT confessa desvio na PETROBRAS

No primeiro turno, a campanha do PT foi de desconstrução intensa contra a campanha da candidata derrotada, Marina Silva.
Agora, o PT, retomou a estratégia, com ataques ao tucano Aécio Neves.
E o PSDB decidiu revidar.
Dilma do PT, sem concluir as obras de Lula e sem novos projetos apela para ganhar a eleição na base da mentira.
É FOGO!

Mentiras, corrupção e país sem crescimento

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Brasília-DF, 21/10/2014 - O ministro da Integração Nacional, Francisco Teixeira, e a ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Miriam Belchior, realizam, nesta quarta-feira (22/10), visita técnica às obras do Projeto de Integração do Rio São Francisco, em Pernambuco. A visita está prevista para acontecer às 10h, em Floresta, na Estação de Bombeamento 1 (EBV 1), onde os ministros acompanham os testes de bombeamento da estrutura.

A visita será aberta para imprensa e os ministros concederão entrevista após a agenda, às 10h30, no mesmo local.

Formado por dois canais que somam 477 quilômetros lineares, o Projeto de Integração do Rio São Francisco também envolve a construção de 13 aquedutos, nove estações de bombeamento, 27 reservatórios e quatro túneis para transporte de água.

 

SERVIÇO

VISTORIA DE OBRAS DO PROJETO DE INTEGRAÇÃO DO RIO SÃO FRANCISCO

Data Quarta-feira, 22/10
Horário Ponto de encontro com a imprensa:

Às 9h30, na BR 316, no local de intervenção da estrada – aqueduto sobre a BR, sentido Floresta-Petrolândia *Horário local