2 de setembro de 2014
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Tem secretario hj que passa o tempo em fazer critica ao gorveno da presidenta Dilma cuspino no prato que comeu. mais ele sabe e nois sabemos tb como funciona a secretaria dele ou ele pensa que agente eh besta. pois é meu amigo se liga (ainda existe existe aquelas ajuda de custo secretario?). acooooooorda prefeito

Zé diceu

Marina é um Enigma e Muito Difícil de Decifrar, Até Agora Pessoas em Sã Consciência não Sabem Para que Ela Veio e Essa Milionária por Detrás Dela, Deixa o Enigma Intransponível!!Só vai Deixar o Brasil no Caos se for Eleita na Anarquia Social e Econômica; Louca Extremista xiita.

Alistone

”Marina, você não merece a confiança do povo brasileiro! Você mentiu a todos nós e brincou com a esperança de milhões de pessoas”
O deputado Jean Wyllys (Psol-RJ) reagiu, indignado, ao recuo de Marina Silva.

SEM MEDO

Colocada numa saia justa, por ter revisado seu programa de governo no que tange ao casamento gay após receber um ultimato do pastor Silas Malafaia, a candidata Marina Silva tentou encontrar uma saída; “Na parte LGBT, o texto que foi para redação foi a parte apresentada pelos movimentos sociais. Todos os movimentos sociais apresentaram propostas e se contemplou tanto quanto possível as propostas”, disse ela; a realidade, no entanto, é outra; o apoio ao casamento gay constava do programa e foi retirado após a pressão de Malafaia; para o deputado Jean Wyllys, Marina enganou eleitores “e não merece a confiança dos brasileiros”; nas redes sociais, ela virou piada com a hashtag #MarinaVoltaAtras

Marina

Dados do Ibope desta semana apontam a candidata do PSB à Presidência da República, Marina Silva, em 1º lugar no Estado de São Paulo com 35% das intenções de voto.

O segundo colocado é Dilma Rousseff (PT) com 23%, seguido pelo senador Aécio Neves (PSDB) com 19%.

Ressalte-se que São Paulo é a maior base eleitoral do PSDB e que o governador Geraldo Alckmin (PSDB), aliado ao PSB (o vice é Márcio França), tem 50% das intenções de voto segundo o mesmo Ibope.

Marina já ganha em PE, DF e São Paulo.

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“A tendência é gerar uma cadeia produtiva perto de onde vai ser instalado o parque eólico, onde estão os potenciais, as regiões Sul, Sudeste e Nordeste. Então, a cadeia produtiva de torres, de pás e de outros componentes de grande porte tende a se formar perto dos fabricantes que estão próximos de parques para reduzir os custos de transportes, já que não é tão fácil isso no Brasil”, disse à Agência Brasil.

Eduardo Tosta apresentou na quarta-feira (27) no 5º Brazil Windpower, encontro que reúne, no centro de Convenções Sul América, no centro do Rio, representantes das principais empresas da cadeia produtiva da indústria de energia eólica e é promovido anualmente pela Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), pelo Conselho Global de Energia Eólica (Gwec) e pelo Grupo CanalEnergia, o mapeamento da cadeia produtiva da indústria eólica no Brasil, feito pela ABDI.

Tosta informou que o trabalho indicou que é preciso haver uma parceria maior entre as políticas energética e industrial, mais colaboração entre os fornecedores das montadoras de equipamentos com os fornecimentos em contratos de longo prazo e mudança na metodologia na aquisição de energia para não criar gargalos produtivos.

De acordo com Tosta, o mapeamento apontou ainda que há segmentos no setor que registram ociosidade de até 50%. “Existe hoje uma ociosidade. Em alguns setores existe a sobrecapacidade, mas em outros, nós visitamos fornecedores  que disseram que hoje não há pedidos suficientes. Este tipo de ajuste é feito pelo próprio mercado”, explicou.

Este problema também foi apontado pelo presidente executivo da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), José Veloso. “Hoje temos esta questão, por um lado existe uma demanda muito grande que os fabricantes não vão suportar e, por outro, temos fabricantes sem encomenda. Problemas pelo caminho nós vamos ter. Estamos desenvolvendo uma nova indústria. Não se desenvolve uma nova indústria da noite para o dia “, analisou.

Em dez anos, a energia eólica deve corresponder a 11% da matriz energética brasileira, segundo o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE). Neste ano, o setor vai investir R$ 15 bilhões e, segundo a presidenta da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), Elbia Melo,  a perspectiva é manter este patamar de investimentos nos próximos anos.

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